PS-Algarve contesta encerramento de unidades de cuidados continuados na região

O Presidente do PS-Algarve, António Eusébio, visitou a ACASO – Associação Cultural e de Apoio Social de Olhão, instituição com oitenta e um anos de atividade que emprega 220 colaboradores nas catorze valências de serviço social desenvolvidas naquele concelho, dando uma resposta exemplar na região.
logo ACASODiariamente, a ACASO prepara e fornece setecentas refeições a idosos, deficientes e carenciados que constituem o público-alvo da sua intervenção, conforme sublinhou António Pina, ex-Governador Civil e presidente da Região de Turismo do Algarve, que agora lidera aquela instituição.

Durante a visita, que foi acompanhada pela vereação olhanense, o Presidente do PS-Algarve tomou conhecimento do encerramento da unidade de cuidados continuados de média duração e reabilitação, a funcionar no antigo internamento do Centro de Saúde de Olhão, e que vinha sendo gerida por esta IPSS, e da sua relocalização em instalações da ACASO, que foram objeto de um investimento público de 750 mil euros, através do Programa Modelar do Ministério da Saúde, mas destinadas a uma nova unidade de internamento e de outro nível de cuidados – longa duração e manutenção.

???????????????????????????????António Eusébio manifestou a sua perplexidade com a gestão confusa e pouco eficiente, para o Algarve, das unidades de cuidados continuados dado que desde que os atuais responsáveis regionais pela área da saúde tomaram posse já fecharam e abriram várias unidades, mas ainda não acrescentaram uma única cama à capacidade instalada que receberam, sendo a Acaso um bom exemplo dessa situação.

Recordou o Presidente da Federação o encerramento da unidade de convalescença de Loulé, a posterior relocalização no Hospital de Faro e mais tarde o encerramento da mesma. Mais recentemente com a reabertura da unidade em Loulé não aumentaram um único lugar de internamento. Agora, “deparamo-nos com mais um episódio de encerramento e de relocalização no concelho de olhão”.

pobreAntónio Eusébio defendeu que “os responsáveis regionais pela área da saúde inviabilizaram, com esta última medida, a disponibilização de mais uma unidade de longa duração e manutenção na região, unidade bem necessária tendo em consideração a nossa demografia, caracterizada por um progressivo envelhecimento da população”. Acrescentou, ainda que, a região continua com as mesmas 413 camas, mas com a agravante que não se está a aproveitar eficientemente os investimentos feitos na região.

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por Algarve Press

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