Saúde: 14 de Março – Dia Mundial do Rim

Sob o mote “Rins para a Vida, Pare a Lesão Renal Aguda” Dia Mundial do Rim celebra-se no dia 14 de Março

A Sociedade Portuguesa de Nefrologia assinala, no dia 14 de Março, o Dia Mundial do Rim  que, subordinado ao tema “Rins para a Vida, Pare a Lesão Renal Aguda”, pretende alertar a população para as doenças que fazem com que o rim, subitamente, deixe de ser capaz de cumprir as suas funções.

RINSfoto google

Um dos objetivos principais da campanha é sensibilizar para a doença renal, quer aguda quer crónica, devido à sua elevada prevalência e significativas morbilidade e mortalidade associadas, mas prioritariamente alertar para a existência de causas evitáreis que resultam na falência aguda da função renal, podendo contribuir para a instalação de doença crónica do rim. Entre elas contam-se a falência cardíaca, ou seja, a incapacidade do coração impulsionar o volume normal de sangue que deve irrigar os rins, ou agressões que o rim poderá sofrer resultantes de infeções, tumores, doenças inflamatórias e ingestão de alguns medicamentos, ou pela obstrução das vias de excreção da urina que têm por base os problemas na próstata – no caso dos homens –, os tumores e os cálculos renais.

Para Fernando Nolasco, presidente da SPN, “grande parte da população desconhece as causas, consequências e tratamentos da lesão renal aguda, razão pela qual é importante dar a conhecer esta patologia renal”. O especialista acrescenta ainda que “Seja durante poucas semanas, nos casos mais fáceis, ou durantes meses, nos casos mais complicados, grande parte dos doentes com lesão renal aguda ficam completamente curados e são raros os casos de pessoas que ficam com algum grau de insuficiência renal. No entanto quanto mais tardia a identificação maior o risco de lesão crónica”.

Em Portugal, estima-se que cerca de 800 mil pessoas deverão sofrer de doença renal crónica. A progressão da doença é muitas vezes silenciosa, o que leva o doente a recorrer ao médico tardiamente, já sem qualquer possibilidade de recuperação.

Todos os anos surgem mais de dois mil novos casos de doentes em falência renal. Em Portugal existem atualmente cerca de 16 mil doentes em tratamento substitutivo da função renal (cerca de 2/3 em diálise e 1/3 já transplantados), e cerca dois mil aguardam em lista de espera a possibilidade de um transplante renal.

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por Algarve Press

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